Quinta-feira, 27 de Agosto de 2009

Açores III

 A economia do Arquipélago dos Açores assenta em 3 vectores básicos. Agricultura, Pescas e claro Turismo. NO caso da agricultura as nossas explorações são basicamente ao ar livre com alimentação ou forragem natural o que confere à carne um sabor inconfundível, a nível de impacto na natureza existe apenas um senão, o abuso de pesticidas que por sua vez se infiltram nos lençóis freáticos e especialmente nas nossas belas lagoas provocando a euforização dando um aspecto amarelado à sua cor e interferindo na fauna e flora. No caso das pescas estamos bem, pratica-se uma pesca tradicional podendo assim fazer-se um uso sustentável da nossa enorme área económica exclusiva do oceano atlântico, é pena as grandes frotas estrangeiras praticarem a tão destruidora pesca de arrasto que destrói tudo por onde passa ,fazendo chegar aos nossos mares poucas quantidades de pescado, especialmente o Atum tão importante para a nossa economia e claro a caça aos cetáceos em que todos os países que a praticam deviam seguir o nosso exemplo de usar os cetáceos como fonte de rendimento para o turismo com as devidas regras de não interferência nos seus hábitos. No caso do Turismo causa-me preocupação ser uma grande fonte de rendimento e não se estar a aproveitar o facto de se ter começado a apostar mais tarde nessa actividade e olhar para os erros cometidos na Madeira e Algarve. Temos grande condições para um turismo sústentável e de natureza e no entanto começo a ver obras megalomanas que descaracterizam as nossas maravilhas. Ainda vamos a tempo mas bom senso é preciso . para finalizar um apontamento a algumas industrias tradicionais que além de fonte de rendimento podem ser uma boa aposta para o turismo, o Chá, Tabaco, Biscoitos caseiros, Artesanato, etc.. Vamos preservar estas pérolas numa europa tão sedenta de natureza pura e qualidade de vida


publicado por bizantino às 15:44
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Sábado, 11 de Julho de 2009

Assim vai o nosso mundo

   A evolução da humanidade tem-se feito à custa da exploração dos recursos da natureza. Esta crise veio revelar que o tecido empresarial, corporativo, etc.  tem de apresentar cada vez mais lucros aos seus accionistas, patronato, etc. ,as taxas de crescimento de todos os sectores  têm de ser cada vês maiores.O problema é que todo o crescimento só é possível graças a um consumismo cada vez maior e este reflete-se numa exploração cada vez maior nos recursos do planeta.Parece que não nos estamos a dar conta que o planeta não suporta mais exploração desta dimensão. Isto leva-me a concluir  e perguntar ao mesmo tempo qual o destino da humanidade.

   Sobrepopulação, desaparecimento das florestas, guerras, combustíveis fosseis, co2, aquecimento global- QUEREM MAIS

 

sinto-me: TRISTE,ASSUSTADO
música: trees - Pulp

publicado por bizantino às 22:54
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Segunda-feira, 10 de Julho de 2006

Serra da Freita

A Serra da Freita é uma elevação de Portugal Continental, com 1085 metros de altitude no pico de São Pedro Velho, localizado na freguesia de Albergaria da Serra. Está disposta na orientação Noroeste-Sudeste e estende-se pela freguesia de Albergaria da Serra, no extremo Sudeste do concelho de Arouca, e pelas freguesias de Manhouce e de Valadares, na ponta Oeste do concelho de São Pedro do Sul. Faz parte do Maciço da Gralheira, juntamente com a Serra da Arada e a Serra do Arestal.O Rio Caima tem aqui a sua nascente e o seu solo é, essencialmente, do tipo granítico.

Srª da Laje - situada na Serra da Freita, a 890m de altitude. Existe uma capela e cerca de 13 cruzes de pedra. Aqui se realiza a 3 de Maio a "Festa das Cruzes".
 
Aldeias típicas
- Albergaria da Serra, Cabreiros, Cando, Canelas, Castanheira, Covêlo de Paivô, Drave, Janarde, Meitriz, Paradinhas, Regoufe e Silveiras. Todas estas aldeias se mantinham ainda intactas há pouco tempo. O isolamento em que se encontravam permitiu a preservação das suas características. As casas eram tipicamente "serranas", construídas com os materiais existentes na região, ou seja, robustas pedras de granito e telhados de xisto, ou ainda de colmo, palha, ou urze. Anexos à habitação encontravam-se normalmente uma eira e um espigueiro.Hoje, algumas destas aldeias encontram-se bastante descaracterizadas devido à construção com outros materiais.



publicado por bizantino às 14:44
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